Comunidade Bahá'í do Brasil homenageia Leonora Armstrong

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Comunidade Bahá'í do Brasil homenageia Leonora Armstrong

No último domingo (28) os membros da Assembleia Nacional, juntamente com Conselheiros Continentais residentes no Brasil e os membros da Assembleia Local de Salvador, visitaram o sepulcro de Leonora Stirling (Holsapple) Armstrong, a mãe espiritual dos bahá’ís da América do Sul e do Brasil.

As homenagens aconteceram à sombra de uma frondosa e centenária árvore no Cemitério da Federação em Salvador e evocou novamente nos corações dos presentes as imensas energias espirituais latentes nesta Causa Divina, fazendo ressoar aquele chamado inicial à transformação de nossa realidade material, social e espiritual, cujo advento de Bahá’u’lláh visa concretizar.

Novas ondas de energia espiritual foram liberadas, reforçando nos corações e mentes a certeza perceptível de que uma ligação íntima e real nos une com aqueles que agora habitam o Reino de Abhá, o que inspirou as consultas entre os Conselheiros Continentais e a Assembleia Nacional.

 

Leonora Armstrong

A, então, jovem Leonora Holsapple, “amada serva de ‘Abdu’l-Bahá”, contava com apenas 27 anos, quando deixou o porto de Nova York em 1921 e veio para o Brasil, tornando-se a primeira bahá’í a se radicar no país, assumindo uma vida de completa consagração ao trabalho de promoção dos ensinamentos divinos. Foi a primeira a traduzir e publicar a literatura bahá’í para o português e espanhol e ainda para o braile. Ajudou na abertura das primeiras comunidades bahá’ís ao longo de todo o continente, viajando extensivamente, num tempo de grandes perigos e dificuldades de toda sorte, e inscrevendo seu nome como “Arauta do Reino”, título lhe concedido pelo próprio ‘Abdu’l-Bahá.

Sobrepujando todas suas inclinações pessoais, veio a empreender inúmeras ações de cunho social e humanitário, ganhando o reconhecimento público de “a enfermeira dos pobres”. Serviu como Conselheira Continental e faleceu em 17 de outubro de 1980, na mesma cidade da Bahia onde décadas antes ajudou na formação da primeira Assembleia Espiritual Local, que foi reconhecida por Shoghi Effendi como a primeira de toda a América Latina.

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