Comunidade Bahá’í contribui para a campanha de criação do Fundo Nacional de Combate ao Racismo

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Comunidade Bahá’í contribui para a campanha de criação do Fundo Nacional de Combate ao Racismo

A Campanha para a criação do Fundo Nacional de Combate ao Racismo (FNCR) foi lançada em agosto de 2014 e tem como objetivo coletar assinaturas para apresentar o Projeto de Lei no Congresso Nacional.

O Fundo terá o objetivo de financiar a Política de Combate ao Racismo, proporcionando as condições necessárias para que a SEPPIR e a Fundação Cultural Palmares, bem como os demais órgãos que trabalham com o combate ao racismo e promoção de igualdade racial, possam exercer suas atribuições de forma plena, eficaz e continuada. Ele será formado com recursos oriundos do pagamento de penas de multas de crimes raciais, doações orçamentárias, doações de pessoas físicas e de organismos nacionais e internacionais, além de outras fontes. A destinação dos recursos abrange ações em prol da permanência de afro-descendentes na educação, várias iniciativas na área das ações afirmativas, valorização da imagem do negro na mídia, empreendedorismo, titulação de terras quilombolas e fomento e financiamento da cultura e tradições afro-brasileiras. Para que isso aconteça é necessário coletar 1,4 milhão de assinaturas.

Bahá'u'lálh ensina que só existe uma raça humana. A essência de sua mensagem declara que os seres humanos são "os frutos de uma só árvore e as folhas do mesmo ramo". A Comunidade Bahá'í, portanto, apoia e promove a campanha para a criação do Fundo. Após publicações feitas no facebook e em nosso site de notícias, aproximadamente 150 bahá'ís assinaram a Lista de Apoiamento que foi enviada para as Comunidades Locais de vários estados, em Festa de Dezenove Dias no último mês de dezembro.

Arthur Gariani (ES) é um dos que apoiam a causa. “Decidi apoiar a causa por que, para mim, o racismo é uma das coisas mais ilógicas que existem. É uma força desintegradora da nossa sociedade, e deve ser combatido, pois impede a unidade”, relata.

Para que a proposta seja votada é preciso reunir assinaturas de pelo menos 1% dos eleitores espalhados entre, no mínimo, cinco estados e com, pelo menos, 0,3% de assinaturas dos eleitores em cada um deles. A assinatura de cada eleitor deve estar acompanhada de nome completo, endereço e número do título de eleitor com zona e seção de votação.

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