AMOZ EVERETT GIBSON
1918 - 1982

“Ajudar-Me é ensinar Minha Causa...” Bahá’u’lláh

            A promulgação dos ensinamentos divinos revelados por Bahá’u’lláh foi o propósito impulsionador que inspirou, dirigiu e manteve Amoz Gibson por toda a sua vida bahá’í. Este objetivo talvez  tenha chegado ao seu ponto alto entre os anos de 1976 e 1978, quando ele ficou tão enamorado com as publicações da Casa Universal de Justiça - Epístolas de  Bahá’u’lláh reveladas após o Kitáb-i-Aqdas, Seleção dos Escritos do Báb e Seleção dos Escritos de ‘Abdu’l-Bahá -  que se levantava  antes da alvorada para ler e reler esta fonte do conhecimento de Deus, que parecia dar-lhe tanta força.
            No ano de 1976, inspirado pelas Escrituras, utilizou o seu período de férias para fazer uma viagem de ensino e estimular o trabalho dos amigos na Holanda, França, Itália, México e Estados Unidos - particularmente nos estados do sul e nas reservas indígenas.
            Em incontáveis versos, salientava ele,  os amigos são exortados a ensinar a Fé, porém no versículo acima citado,  Bahá’u’lláh dá ao ensino a posição de auxílio a Ele.  Este único versículo galvanizou Amoz a planejar, para o verão de 1978,  uma viagem de dois meses (durante os últimos dezenove anos de sua vida ele simplesmente despendeu menos de oito semanas como férias) que o levou inicialmente ao berço da Fé - Teerã, Shíráz, Isfahán, Najaf-Ábád, Ardistán, Tákur, Forte Tabarsí (visto pelo lado de fora), Sárí, Tabríz, Ridá’iyyíh, o terreno para a escola de verão e o Templo. Nestes locais tão reverenciados, Amoz se sentia aquecido com a efusão de amor por parte dos amigos e disciplinado e humilhado perante o milagre de ver com os seus próprios olhos estes lugares que,  por tantos anos, havia amado e a respeito dos quais havia lido e comentado. Além disto, ficou profundamente comovido ao saber que a família que nos hospedava em Teerã, nunca tivera o privilégio de visitar a Casa de Bahá’u’lláh, até que lhes fora permitido nos acompanhar. Amoz se devotou inteiramente e deu livremente o seu tempo; seus conselhos, sabedoria e humor conquistaram os corações dos amigos. Como lamentou, mais tarde, ao tomar conhecimento da destruição da preciosa Casa do Báb e do martírio dos seus dois anfitriões em Tabríz, Sr. Yadu’lláh Ástání  e o Dr. Farámarz  Samandarí.
            Naquele verão, Amoz continuou  sua jornada para os Estados Unidos, onde visitou  os estados de Columbia, Maryland, Washington D.C., Albuquerque, Novo México; a Reserva Indígena dos Navajo em Dinnebito, Arizona; Daly City, São Francisco, Placerville e Alburno na Califórnia; Reno, em Nevada; Wilmette e Chicago, em Illinois; Cleveland, Ohio e Amherst, em Massachusetts. Pondo suas forças à prova até o limite máximo, ele falou em  reuniões de contatos, fez palestras públicas, reuniões somente com os bahá’ís, deu entrevistas no rádio e à televisão, bem como numerosas consultas de caráter privado. Exortou os amigos a concentrarem seus esforços, a escolherem uma pessoa, orando por ela e ensinando-a, derramando sobre ela abundante amor e dádivas. Ofereceu-se para levar o nome destas pessoas para a Terra Santa e orar por elas nos Santuários. Suplicou por pioneiros, nomeou os países que deles necessitavam e rogou que os amigos aproveitassem  a bênção de auxiliar a Bahá’u’lláh .
            Amoz Everett Gibson nasceu no dia 3 de agosto de 1918, em Washington, D.C., filho de Débora e William Gibson. Seu bisavô materno era um puro índio Creek e sua  avó paterna  era uma escrava mulata, enquanto que o seu avô paterno era de origem escocesa e irlandesa.
            Seu pai, William Gibson, havia estudado para ser clérigo na Universidade de Howard, em Washington, se tornado membro da Ciência Cristã, especializado em curas, e, em 1912, ainda buscando uma resposta, participava de reuniões espiritualistas quando lhe indicaram  uma reunião bahá’í, a qual estava sendo realizada no mesmo prédio. Já nesta sua primeira reunião bahá’í — ocorrida algum tempo após à visita de ‘Abdu’l-Bahá  a Washington — após ter ouvido o Sr. Harlan Ober falar por apenas cinco minutos, o Sr. Gibson compreendeu que a sua busca havia terminado. Imediatamente abraçou a Fé e, retornando à casa,  contou a respeito da Mensagem para a sua esposa, a qual, na mesma noite, sem hesitar, aceitou Bahá’u’lláh como o retorno de Cristo e o Manifestante de Deus para este Dia.
            Amoz participou de aulas para crianças e, freqüentemente, ia às Festas com o seu pai;  porém, como naquela época poucas atividades eram organizadas para os jovens, ele não aceitou a Fé até o ano de 1944. Neste meio tempo, educou-se nas escolas públicas de Washington, graduando-se na Faculdade Mineira para Professores (atualmente a Universidade do Distrito de Columbia), com o grau de Bacharel de Ciências da Educação, com especialização em estudos sociais. Em 1941, casou-se com uma colega de escola, Mary Elizabeth Lane. Amoz era funcionário do governo trabalhando no arsenal da Marinha em Washington quando, em 1944,  alistou-se no Exército dos Estados Unidos. Ele serviu nas forças armadas na Europa e em Okinawa, no Pacífico.
            Retornando à seu lar em 1946,  logo tornou-se um ativo participante na comunidade bahá’í de Washington, D.C.  Em diversas oportunidades serviu como tesoureiro e coordenador da Assembléia Local, em comitês regionais e foi eleito delegado à convenção nacional.
            Utilizando-se dos benefícios do programa de educação governamental destinado aos veteranos de guerra e usando a renda do aluguel  da sua casa como meio de subsistência, enquanto servia como pioneiro,  viajou para o México com sua esposa e dois filhos, William como sete anos de idade e Kenneth com dois anos. Amoz enamorou-se do México e seu povo vibrante, e ficaria lá permanentemente se ele e sua esposa não tivessem assumido o compromisso de retornar a seus postos de ensino em Washington, por pelo menos mais dois anos. Em 1951 concluiu o Mestrado, summa cum laude,  em Geografia,  na Faculdade da Cidade do México (agora Universidade das Américas). Amoz continuou o seu trabalho no campo da educação, como professor da  Browne Junior High School (escola para a 5a e 6a série), para a qual havia sido nomeado após o  serviço militar. Numa época posterior, um dos seus alunos desta escola se tornaria um pioneiro no Pacífico e o genro de um mártir da Fé. Subseqüentemente, Amoz veio a ser o diretor do Anexo Escolar Blow do Browne  e, em seguida,  professor de geografia na Faculdade Mineira para Professores.
            O seu terceiro filho nasceu em 1952 e quando Donald completou três anos de idade, Amoz e sua esposa pediram demissão de seus empregos e foram servir, acompanhados de seus três filhos, como pioneiros na Reserva Indígena Navajo, no Arizona e Novo México. Sem  emprego, a  família  foi viver inicialmente com o Sr. James Stone, um pioneiro em Gallup,  no estado do Novo México. Ao mesmo tempo  em que se empenhava ao máximo para conseguir uma colocação na reserva, através do Departamento de Assuntos Indígenas dos Estados Unidos, Amoz conseguiu um emprego de lavador de carros. Um  dia, um dos seus fregueses, notando que ele era recém chegado àquela pequena cidade de 14.000 habitantes, começou a conversar com ele. Ao tomar conhecimento da situação de Amoz, ele imediatamente lhe conseguiu uma entrevista com o diretor do escritório em Gallup do Departamento de Assuntos  Indígenas. Dentro de uma semana, Amoz e sua família (com exceção de William, que permaneceu em Gallup com o Sr. e Sra. Stone, a fim de que  pudesse ir à escola ali) chegaram em Piñon, Arizona,  próximo ao centro da Reserva Navajo e muito perto da reserva Hopi, que é por ela rodeada  - um lugar ideal para  pioneiros,  a 150 milhas da cidade,  com dois cargos disponíveis, uma vez que ninguém mais os desejava. Tanto o Sr. como a Sra. Gibson ai lecionaram por quatro anos.
            Os  primeiros meses foram dedicados a fazer amigos e, ao mesmo tempo, adaptando-se ao fato de ensinar a crianças mais velhas que nunca antes haviam freqüentado a escola e falando muito pouco o idioma inglês. Logo começaram a realizar reuniões para contatos; em seguida, ao término do primeiro ano escolar, a Sra. Meherangiz Munsiff e sua filha Jyoti  vieram visitá-los. O povo indígena se sentiu muito atraído pela  Sra. Munsiff e, de uma maneira muito maravilhosa, ela preparou o palco para que se realizasse a primeira classe de estudos bahá’ís que passou a ser realizada semanalmente pelos Gibson .Em 1957  Sadye Joe, que havia participado da primeira classe de estudos,  tornou-se a primeira pessoa da tribo Navajo a aceitar a Fé de Bahá’u’lláh.
            Animados pelo Comitê de Serviço aos Índios Americanos, do qual Amoz era membro, outros pioneiros se estabeleceram nas Reservas Navajo e Hopi  e nas cidades circunvizinhas.  Apesar das grandes distâncias, das estradas ruins e do fato de sempre serem perigosas as condições para dirigir, havia um forte sentido de unidade e de cooperação entre os pioneiros.
            Amoz trabalhou arduamente para apoiar e levar até a sua consecução dois destacados eventos. O primeiro foi a visita de Amatu’l-Bahá Rúhíyyih Khánum à reserva, no ano de 1960. Sua visita solidificou as relações entre os bahá’ís e os estimulou a novas atividades. Despertou também  o interesse das pessoas daquela área, tornando-os cônscios do caráter internacional da Fé e de sua importância a nível mundial.
            Neste meio tempo, outros índios navajos haviam ingressado na Fé, notavelmente Chester e Franklin Kahn, e suas respectivas esposas, cujo desejo de compartilhar a Mensagem com  suas famílias e amigos, levou ao segundo evento  — à grande reunião de fim de semana de Pine Springs, Arizona, em 1962,  que contou  com a presença de um milhar ou mais de almas. Eles vieram de todas as partes, bahá’ís e não bahá’ís, e dormiram  em bandos em volta das fogueiras dos acampamentos, sob uma abóbada de estrelas brilhantes. Com seu espírito excelso e amoroso, a Mão da Causa Dhikru’lláh Khádem, levou todos para mais perto de Bahá’u’lláh, proveu o estímulo que resultou na entrada de um grande número de novos crentes, mais de 100 pessoas em apenas dois dias. Durante aquele fim de semana o Sr. Khádem freqüentemente disse: “Ó Senhor, aumenta meu assombro diante de Ti!” .  Que alegria e confirmação esta reunião trouxe ao coração de Amoz. Finalmente o trabalho avançava.
            Em 1959, Amoz foi designado para servir no Corpo Auxiliar para a proteção; em 1960 foi eleito para a Assembléia Espiritual dos Estados Unidos. Como membro do Corpo Auxiliar, viajou extensamente através dos estados do oeste e fez também uma viagem a Jamaica e Haiti. Serviu como membro do Comitê Nacional de Ensino para a África  e, em 1961,  representou a Assembléia Nacional por ocasião da dedicação do Templo Bahá’í de Uganda, aproveitando a oportunidade para ensinar nas vilas próximas a Kampala, fazendo amizades fortes e duradouras entre os crentes africanos
            Amoz mudou-se de Piñon, Arizona, para ensinar inglês na escola secundária em Fort Wingate, Novo México, residindo em Gallup, que ficava a 14 milhas de distância. Após o nascimento de sua filha Nancy, em 1960, ele foi eleito Diretor da Escola Externato Bread Springs, no Novo México, e a família ali vivia  quando, em 1963,  participando da primeira Convenção Internacional em Haifa,  Amoz foi eleito membro da Casa Universal de Justiça. Quando ainda garotinho, indo para as Festas segurando a mão de seu pai, ouvira-o falar a respeito da  instituição da Casa Universal de Justiça, em termos tão brilhantes e majestosos,  que Amoz jamais supôs que ela pudesse vir a ser estabelecida durante a sua vida. Contudo, tão logo ela se tornou realidade, ele a apoiou com uma profunda  e constante lealdade, com absoluta obediência e respeito, com um sentimento de humildade e admiração, considerando a todos os outros membros como seus verdadeiros e amados irmãos. Que os demais membros o tinham na mesma estima, era visível, quando, carinhosamente, transportavam seu ataúde até o lugar de descanso.
            Pouco antes da eleição da Casa Universal de Justiça, a família inteira, encorajada por Amatu’l-Bahá Rúhíyyih Khánum, estava iniciando os preparativos para saírem como pioneiros para a África, de modo que já haviam dado início ao processo que iria romper os laços com a Reserva Navajo, que havia se tornado o seu lar..
Chegando em Haifa em julho de 1963, Amoz assumiu os seus deveres e responsabilidades com o mesmo entusiasmo que sempre tinha a capacidade de demonstrar ao se defrontar com  uma nova e difícil situação. Ficou particularmente feliz quando foi designado como convocador do Departamento dos Lugares Sagrados, pois dava-lhe a oportunidade de inspecionar cada canto destes santificados lugares e ajudar a prover sua  preservação, renovação e os cuidados do dia a dia. Dizia que sentia que, quando em pé no ressalto que se encontra imediatamente fora da clarabóia, algo que precisava ser feito no transcurso de seus deveres, se viesse a esticar os braços quase poderia abraçar o Santuário do Báb.
            Quando foi necessário colocar um novo telhado na Mansão de Bahjí,  ou projetar novos jardins;  quando estradas tiveram que ser construídas, ou terras adquiridas, ou cercas erguidas; quando foi necessário obter da Turquia pesados barrotes de madeira para a casa de ‘Abdu’lláh Páshá; quando espaço adicional para escritórios teve que ser encontrado na sede temporária da Casa Universal de Justiça, na rua Haparsim; quando foi para erguer o obelisco no Terreno do Templo; quando um sistema elétrico completamente novo teve que ser instalado no Santuário do Báb (concluído em Outubro de 1980); quando a Sede Permanente da Casa Universal de Justiça estava sendo planejada e construída, Amoz sempre se encontrava presente, alerta,  identificando problemas e evitando que ocorressem ou os retificando, medindo as distâncias com suas passadas, medindo paredes, escrevendo cartas para diversas companhias, inspecionando o mármore sendo esculpido na Itália, visitando pedreiras e cascalheiras, assinando contratos, contendo, reclamando, encorajando e elogiando os trabalhadores – e amando cada minuto daquilo.  Um dos seus verdadeiros irmãos comentou  que ele deveria ter sido engenheiro.
            Amoz adoeceu na cidade de São Francisco, em outubro de 1980,  na noite anterior à realização do grande desejo  de seu coração, que era visitar a comunidade indígena Omaha, em Macy,  Nebraska  — tão querida  à Mão da Causa Amelia Collins — e logo após a sua participação, em julho,  no memorável  Conselho Nativo dos crentes indígenas da América do Norte, realizado em Wilmette, Illinois.
            Ao retornar  para Haifa, sua doença foi diagnosticada como sendo uma aguda leucemia linfática, a qual ataca normalmente os jovens e na maioria das vezes é curável em crianças. Durante a sua “luta heróica” contra a doença, Amoz tornava mais leve os corações com o seu humor sempre presente e sorriso franco, conquistando a admiração dos médicos, enfermeiras e pacientes, com os quais se encontrava na clínica onde ia periodicamente para tratamento.  Ele os fotografava e distribuía as fotos de presente; lhes enviava flores e geralmente demonstrava um grande amor por eles. Foi capaz de desfrutar de mais ou menos um ano de remissão.
            Ao terminar este período, decidiu visitar cada um de seus filhos aos quais tanto amava  e que, por sua vez, lhe tinham demonstrado tanta devoção e apreço através dos anos ainda que freqüentemente privados da sua presença. A viagem à Austrália, onde teve a bênção de visitar pela primeira vez o Templo Mãe dos Antípodes;  a Nova Zelândia, para visitar sua filha Nancy e o seu marido Jonathan; a Oakland, Califórnia, onde vivem Diane, Kenneth e Chehreh;  a  Albuquerque, Novo México, para visitar Cheryl, Don, Lanya e Marla; e para Washington,  onde Bill foi se encontrar com ele, o qual  havia enfrentado estradas cheias de neve na sua viagem de Massachusetts e Nova York para ver o seu pai —  esta viagem, Amoz conseguiu realizar pela graça de Deus, pela amorosa consideração tanto de bahá’ís como de não bahá’ís, e graças à sua própria força de vontade e determinação.
            Quando já não tinha mais condições de cumprir com os seus deveres, de servir ativamente a Causa,  de ajudar à Bahá’u’lláh ensinando, então pareceu ter pouca vontade de permanecer neste plano da existência. À despeito disto, por compaixão daqueles que se encontravam a sua volta,  compeliu seu espírito a luzir brilhante e alegremente, até o último momento.
            Seu falecimento ocorreu em Haifa, no dia 14 de maio de 1982, tendo tido, três semanas antes, a graça de poder orar nos três Santuários Sagrados com a sua esposa, quatro filhos, uma de suas noras e dois dos seus três netos. Como o expressou tão amorosamente sua filha Nancy, ele foi um esposo, pai e avô ternamente amado, cuja vida foi devotada ao serviço e a promulgação desta abençoada Causa, cujo riso e radiância foram uma inspiração para todos e a quem amamos com todo o nosso coração.
            A Casa Universal de Justiça, no dia 15 de maio, enviou aos bahá’ís do mundo   o seguinte telegrama:
COM OS CORAÇÕES PESAROSOS LAMENTAMOS  PERDA NOSSO TERNAMENTE AMADO IRMÃO AMOZ GIBSON QUE  FALECEU DEPOIS PROLONGADA HEROÍCA LUTA CONTRA DOENÇA FATAL..PROMOTOR  EXEMPLAR ABNEGADO FÉ  ALCANÇOU BRILHANTE IMPOLUTO REGISTRO SERVIÇO CONSTANTE BASEADO FIRMEZA COMO ROCHA E DE PROFUNDO INSACIÁVEL AMOR PELO TRABALHO DO ENSINO PARTICULARMENTE ENTRE ÍNDIOS E MINORIAS NEGRAS HEMISFÉRIO OCIDENTAL E POVOS NATIVOS ÁFRICA. SEU NOTÁVEL TRABALHO CAMPOS ADMINISTRATIVOS AMÉRICA DO NORTE COROADO DEZENOVE ANOS FINAIS INCALCULÁVEL CONTRIBUIÇÃO DESENVOLVIMENTO CENTRO MUNDIAL FÉ MUNDIAL. ORANDO SANTUÁRIOS RECOMPENSA GENEROSA  SUA NOBRE ALMA POR TODO PROGRESSO REINO ABHÁ. EXPRESSAMOS AMOROSA SIMPATIA VALENTE  AMADA VIÚVA COMPANHEIRA SEUS SERVIÇOS E DESOLADOS FILHOS. RECOMENDAMOS REALIZAÇÃO ADEQUADAS REUNIÕES  EM MEMÓRIA EM TODAS PARTES MUNDO BAHAI E SERVIÇOS COMEMORATIVOS EM TODOS OS MASHRIQUL  ADHKARS.

Mary Gibson - The Bahá’í World, Vol. XVIII 1979-1983, pp. 665-669

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Todos os textos fazem parte do livro "Histórias de Bahá'ís Afro-Descendentes", compilado por Gabriel Marques.