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O Prêmio e Regulamento
Escultura Símbolo do Prêmio
Rúhíyyih Rabbani, uma Cidadã do Mundo

 

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Alguns excertos de matérias na imprensa 1996


O Estado de São Paulo
22/08/96
Mulheres premiadas

"Lygia Fagundes Telles, Dorrit Harazim e Tizuka Yamasaki estão entre as 15 brasileiras que serão premiadas durante o 1o. Encontro para a Cidadania Mundial, hoje à noite, no Parlamento Latino-Americano. Elas receberão a homenagem por terem se destacado na luta para melhorar a situação das mulheres. O prêmio, uma escultura que representa o mundo sustentado por duas asas, é da designer Yone Di Alerigi, de Brasília."

 

O Estado do Paraná

"A conselheira nacional de Defesa dos Direitos da Mulher, a londrinense Elza Correia, recebe, hoje, em São Paulo, o prêmio Cidadania Mundial 96, da Comunidade Bahá'í do Brasil, na abertura do 1o. Encontro Latino-Americano para a Cidadania Mundial, na sede do Parlatino. (...)"

 

A Folha de Londrina
22/08/96
Cidadania Mundial

"A Conselheira Nacional de Defesa dos Direitos da Mulher, a londrinense Elza Correia, receberá hoje, em São Paulo, o Prêmio Cidadania Mundial 96, oferecido pela Comunidade Bahá'í do Brasil, instituído em 1994. O prêmio é dirigido às mulheres que se destacaram em atividades na área dos Direitos Humanos e Cidadania. Receberão o prêmio, 14 mulheres de todo o País, escolhidas através da análise do currículo e das atividades desenvolvidas na comunidade.
Ainda decorrente do sucesso que foi o II Prêmio Cidadania Mundial 1996, foi o recebimento de correspondência eletrônica transmitida em 3 de setembro de 1996, do Grupo Mulher-Educação Indígena (Grumin), expressando à Assembléia Espiritual Nacional dos Bahá’ís do Brasil que “como representante do Grumin, gostaria de agradecer a forma como fui tratada e o reconhecimento prestado ao trabalho do GRUMIN...” afirmando em seguida que “o II Prêmio Cidadania Mundial/1996 ficará na história dos povos indígenas como um marco oficial...”

Jornal Indústria e Comércio
26/08/96

Fundação O Boticário recebe Prêmio Cidadania Mundial

"A Fundação O Boticário de Proteção à Natureza recebeu, na semana passada (quinta-feira, dia 22), o prêmio "Cidadania Mundial", outorgado pela Comunidade Bahá'í do Brasil, em cerimônia que ocorreu em São Paulo, durante a abertura do I Encontro Latino Americano de Cidadania Mundial - A Prática da Unidade na Diversidade".
O prêmio "Cidadania Mundial" é uma homenagem aos que promovem a Unidade do Gênero Humano, com realizações e esforços nas áreas do direito, na proteção e preservação do meio ambiente, na defesa dos direitos humanos fundamentais e que buscam a prosperidade da humanidade, sendo que neste ano as personalidades premiadas são mulheres de destaque da sociedade.
Além da Fundação O Boticário de Proteção à Natureza receberam a premiação o Grupo Mulher - Educação Indígena - Grumin, o Movimento Feminino Comunitário do Rio Grande do Sul e as personalidades Benedita da Silva (senadora), Glória Maria (jornalista), Lígia Fagundes Telles (escritora), Celina do Amaral Peixoto (socióloga), Ana Botafogo (bailarina), entre outras.
A Fundação O Boticário é uma entidade sem fins lucrativos, mantida pela empresa de perfumaria e cosmética O Boticário. Em seus cinco anos de atuação a Fundação temse destacado pelo financiamento de mais de 350 projetos em todo o Brasil, onde já foram investidos mais de US$ 3,5 milhões a fundo perdido."

 

Gazeta do Povo
27/08/96
O “Cidadania Mundial 96” sai para uma londrinense

"O Prêmio Cidadania Mundial 96, oferecido pela Comunidade Bahá’í do Brasil, premiou esse ano 14 mulheres e 3 fundações pelo trabalho desenvolvido para promoção da cidadania e dos direitos humanos, na luta pela não-violência. Entre mulheres premiadas, está a londrinense Elza Correia, 47 anos, conselheira nacional de Defesa dos Direitos da Mulher e responsável pela estruturação da Coordenadoria Especial da Mulher, da Prefeitura de Londrina, onde esteve à frente de janeiro de 93 a março de 96.
As mulheres premiadas foram escolhidas através de análise de currículo e atividades desenvolvidas na comunidade. Elza Correia foi escolhida entre mulheres como a jornalista Glória Maria, da Rede Globo; a jornalista Derrit Harazim, da revista Veja; as escritoras Lygia Fagundes Teles e Resiska Darcy de Oliveira, a cineasta Tizuka Yamazaki e a bailarina Ana Botafogo. “Este Prêmio mostra que a identidade feminina a serviço da paz e dos direitos humanos se faz imprescindível. É um reconhecimento do nosso trabalho e um estímulo para continuarmos. Acho muito importante que na primeira premiação só pra mulheres uma londrinense esteve presente. O prêmio não é só meu, é de Londrina e todas mulheres anônimas que fazem a política do cotidiano” disse Elza após a premiação, que aconteceu na abertura do 1o Encontro Latino-Americano para Cidadania Mundial: a prática da unidade na diversidade, que aconteceu ... criança. Em 49, sua mãe, Anita Correia, já hávia criado a Associação Feminina de Londrina. “As figuras da minha mãe e da minha avó são muito fortes. Como meu pai era político e comunista, nós sofremos muita humilhação, perseguição, mas minha avó e minha mãe sempre enfrentaram a polícia e todos os outros problemas com muita coragem. Foi assim que vi a importância da mulher na construção da sociedade e acho que sempre lutei por uma sociedade igualitária e justa”, disse Elza.
Em 94, o trabalho de Elza Correia na Coordenadoria Especial da Mulher de Londrina foi reconhecido pela Fundação Ford, patrocinadora do prêmio Ibam na 1a Mostra de Experiênciais Municipais sobre Defesa da Mulher. Em 95, ela recebeu o Prêmio Destaque, oferecido pela Associação de Mulheres de Negócios e Empresárias da Acil e participou do encontro mundial sobre a mulher em Beijim na China. No início deste ano ela deixou a Coordenadoria Especial da Mulher para disputar uma vaga na Câmara de Vereadores de Londrina. “Na Coordenadoria Especial da Mulher eu pude dar visibilidade e colocar em prática todos meus ideais de militância em defesa da mulher e direitos humanos. Hoje muitas londrinenses têm conhecimento de seus direitos e deveres e não aceitam mais as coisas caladas. Acho que essa foi a grande importância social, psicológica. Demos assistência integral às mulheres, para que elas não tenham medo da forca."

 

 

 
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