LYGIA FAGUNDES TELLES
Contista
e romancista, Lygia Fagundes Telles nasceu em São Paulo,
onde reside, e formou-se em Direito na Universidade de São
Paulo. Formou-se ainda na Escola Superior de Educação
Física, da mesma Universidade.
A autora começou a escrever muito cedo, o que a levou,
depois, a considerar seus primeiros livros "imaturos
e precipitados". Segundo o professor Antônio Cândido,
o romance Ciranda de Pedra (1954) seria o marco de sua maturidade
intelectual. Lygia Fagundes Telles tem merecido a melhor crítica
no Brasil e no exterior, onde seus livros vem sendo publicados
com grande sucesso. Ganhou os mais importantes prêmios
literários brasileiros, dentre os quais o Prêmio
do Instituto Nacional do Livro (1958), Prêmio Guimarães
Rosa (1972), Prêmio Coelho Neto, da Academia Brasileira
de Letras (1973), Prêmio de Ficção, da
Associação Paulista dos Críticos de Arte
(1973), Prêmio do Pen Club do Brasil (1977), Prêmio
Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro (1980) e o Prêmio
Pedro Nava, o Melhor Livro do Ano (1989).
Membro da Academia Brasileira de Letras, também recebeu
a Medalha Comen-dador da Ordem do Rio Branco, em 1985, e a
Comenda Portuguesa Dom Infante Santo, em 1989.
A autora considera "livro vivo"aquele que está
nas livrarias, ao alcance do leitor. Assim sendo, destacamos
da relação os seguintes títulos publicados
pela Editora Nova Fronteira:
Ciranda de Pedra, romance (1954), Verão no aquário,
romance (1963), Antes do baile verde, contos, (1972), As meninas,
romance (1973), Seminário dos ratos, contos (1977),
A disciplina do amor, fragmentos (1980), Mistérios,
contos (1981), As horas nuas, romance (1989), A estrutura
da bolha de sabão, contos (1991), A noite escura e
mais eu, contos (1995, Prêmio da Biblioteca Nacional
e Prêmio Jabuti, o melhor livro de contos de 1996).
Os melhores contos de Lygia Fagundes Telles é uma seleção
de Eduardo Portella publicada pela Globo Editora, em 1984.
Em 1987, foi lançado o livro de contos Venha ver o
pôr-do-sol, pela Editora Ática. Escrito em parceria
com Paulo Emílio Salles Gomes, o livro Capitu, adaptação
livre do romance Dom Casmurro, de Machado de Assis, foi publicado
em 1993, pela Editora Siciliano. Neste 1996, a Editora Ática
publicou Oito Contos de Amor, coleção didática.
TIZUKA
YAMASAKI
Bacharel em Comunicação (Cinema) 1975, Arquitetura
(UNB), Cinema (UNB) 1970 - 1972, Cinema (UFF)1972 - 1975.
Atividades
Cinematográficas
-
Filmes de Longa Metragem
1996: FICA COMIGO (Direção - Argumento)
1990: LUA DE CRISTAL (Direção)
1984: PATRIAMADA (Direção - Co-roteiro - Argumento)
1983: PARAHYBA MULHER MACHO (Direção - Co-roteiro)
1980: GAIJIN - CAMINHOS DA LIBERDADE (Direção
- Co-roteiro - Argumento)
Prêmios
& Festivais
GAIJIN
- CAMINHOS DA LIBERDADE - 1980 - BRASIL
Festival de Gramado - KIKITO (Melhor Filme-Melhor Roteiro-Melhor
Cenografia
-Melhor Música-Melhor Ator Coadjuvante)
Conferência Nacional de Bispos do Brasil - CNBB (Prêmio
Margarida de Prata)
Clube de Cinema do Brasil (Prêmio Curumim 80)
Air France de Cinema (Melhor Direção)
Filme também premiado na França, Cuba, Bélgica,
Alemanha, EUA, Índia e Japão.
PARAHYBA
MULHER MACHO - 1983 - BRASIL
Festival de Brasília (Melhor Filme-Melhor Fotografia-Melhor
Trilha Sonora
Melhor Cenografia-Melhor Técnico de Som)
Filme também premiado na França, Cuba, Espanha
e Colômbia.
PATRIAMADA
- 1985 - BRASIL
Festival de Gramado (Melhor Som Direto)
Festival de Cinema de Ilhéus (Prêmio Jupará
de Ouro)
Filme também premiado na ex-URSS, Colômbia, França
(incluindo Cannes)
Tizuka
Yamasaki produziu, dirigiu diversos filmes de curta-metragem,
vídeos-documentários, vídeos, novelas
para a televisão dentre outras atividades na área.
HERILDA
BALDUÍNO DE SOUSA
Presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher - Ministério
da Justiça.
Conselheira da Cruz Vermelha Internacional - Secção
Brasília - DF
Delegada do Governo Brasileiro nas Conferências Mundiais
dos Direitos Humanos em Viena, da População
no Cairo, e membro do Comitê Brasileiro Preparatório
da IV Conferência Mundial da Mulher, em Pequim.
Conselheira da Ordem dos Advogados da Brasil Seção
do Distrito Federal, eleita para o biênio 1978/1979
e reeleita para os biênios 1980/1981 e 1981/1982.
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem
dos Advogados do Brasil - Secção do Distrito
Federal.
Presidente do Departamento de Assistência Judiciária
da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados
do Brasil - Seção do Distrito Federal - Brasília.
Professora da Cadeira de Prática Forense Penal - Faculdade
de Direito AEUDF - Brasília.
Professor de Ensino Técnico Comercial e Industrial.
Cadeira - Elementos de Economia - Universidade de Brasília
(UnB), Brasília, DF.
Conselheira da Associação Brasileira de Mulheres
de Carreira Jurídica e Presidente da seção
do Distrito Federal.
Presidente da região Centro-Oeste da Associação
Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica.
Membro da Comissão Nacional de Direitos Humanos do
Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.
Vice-presidente da Associação Americana de Juristas
Seção Brasília - DF.
Colaboradora da Anistia Internacional.
Membro e advogada da Comissão de Justiça e Paz,
Comissão Pastoral da Terra, CNBB.
Membro do Fórum contra a Violência - Procuradoria
Geral da República.
Viagem à França por ocasião do Bicentenário
da Revolução Francesa, a convite de Organismos
Internacionais e do Governo francês.
Participante nos movimentos populares, especialmente na àrea
dos Direitos da Mulher, da Violência e dos Direitos
Humanos.
Participante como expositora do 1o. Seminário de Mulheres
Juristas de Língua Portuguesa - Lisboa - Portugal
BENEDITA DA SILVA
Benedita da Silva nasceu na Praia do Pinto, antiga favela
do Rio de Janeiro. Ainda criança, mudou-se para o Morro
do Chapéu Mangueira, no Leme, onde mora até
hoje. Conviveu, desde seu nascimento, com as dificuldades
que têm as pessoas e as comunidades pobres para sobreviver.
Percebendo que a luta e a força dos trabalhadores e
dos desfavorecidos só existe a partir da união,
organizou o fortalecimento de sua gente. Foi professora da
escola comunitária da favela Chapéu Mangueira,
adotando o método Paulo Freire de alfabetização
de crianças e adultos. Organizou as mulheres do Chapéu
Mangueira em uma Associação, que fundou e presidiu.
Foi fundadora, também, do Departamento Feminino da
FAFERJ (Federação das Associações
das Favelas do Estado do Rio de Janeiro), além de participar
da Fundação do CEMUF (Centro de Mulheres de
Favelas e Periferia). É auxiliar de enfermagem e tem
formação universitária nos cursos de
Estudos Sociais e Serviço Social.
Em 1982 elegeu-se vereadora pelo PT. Em 1986 elegeu-se Deputada
Federal Constituinte. Participou ativamente, como titular,
da Subcomissão dos Negros, Populações
Indígenas e Minorias e, posteriormente, da Comissão
da Ordem Social e da Comissão dos Direitos e Garantias
do Homem e da Mulher.
Suas propostas foram inseridas na atual Constituição,
tais como: co-autoria da emenda que torna o preconceito racial
crime inafiançável e imprescritível;
licença à gestante de 120 dias; proibição
de diferença de salários; assistência
em creches para crianças e dependentes até seis
anos de idade; direito das presidiárias permanecerem
com seus filhos durante a amamentação. Sua emenda
que previa o corte de relações diplomáticas
do governo brasileiro com a África do Sul, à
época convivendo com o apartheid, foi rejeitada por
uma diferença de apenas quinze votos. Reelegeu-se para
a Câmara dos Deputados em 1990, com 53 mil votos, sendo
a mais votada do PT no Rio de Janeiro. Em 1992, candidatou-se
à Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, vencendo
o 1º turno. Obteve 1.326.678 votos no 2º turno,
apesar de não se eleger. Eleita em 1994, Senadora da
República, a primeira mulher negra no Senado Federal,
obtendo a primeira vaga com a maior votação,
alcançando 2.248.861 votos.
Algumas
das Leis de sua autoria
Lei
nº 8.662 de 1993: Regulamenta a profissão de Assistente
Social
Lei nº 8.242 de 1991: Cria o CONANDA ( Conselho Nacional
da Criança e do Adolescente).
Lei nº 9.046 de 18 de maio de 1995
Acrescenta parágrafos ao art. 83 da Lei nº 7.210,
de 11 de julho de 1984 - Lei de Execução Penal.
1º "Haverá instalação destinada
a estágio de estudantes universitários.
2º "Os estabelecimentos penais destinados às
mulheres serão dotados de berçário, onde
as condenadas possam amamentar seus filhos."
DANIELA MERCURY
Daniela Mercury, sensível as causas sociais foi nomeada
Embaixadora do UNICEF no Brasil em 1995, tendo realizado alguns
trabalhos nesta área como:
·
Programa "CRIANÇA ESPERANÇA" 1993,
1994 e 1995.
· Programa "UN SOL PRA LOS NIÑOS"
1994, na Argentina.
· Programa "JUNTOS POR UN AMIGUITO" 1995,
na Argentina.
· Programa "TELETÓN" 1995, no Chile.
· Vídeo-tapes para "Campanha de Soro Caseiro".
· Vídeo-tapes para "Campanha de Direitos
Humanos".
· Vídeo-tapes para "Obras Assistenciais
de Irmã Dulce".
· Vídeo-tapes para "Campanha Contra a Exploração
Sexual de Crianças e Adolescentes".
· Participação em cerimônia de
lançamento na Bahia e posteriormente, lançamento
nacional da "Campanha Contra a Exploração
Sexual de Crianças e Adolescentes".
· Participação em cerimônia de
premiação da "Ciranda da Ciência",
em São Paulo.
· Realização de show em prol do "Dia
do Carinho", em Porto Alegre.
· Realização de dois shows para a fundação
odebrecht com doação do cachê para os
desabrigados das chuvas em Salvador e para o Coral do Instituto
dos Cegos.
· Show em prol do Centro de Defesa da Criança
e do Adolescente - CEDECA/BA - articulador da Campanha Contra
Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes
em 29/02/96, em Salvador.
· Participação em cerimônia de
premiação do Prêmio Fundação
Odebrecht/Maio/96
Além de visitas a várias instituições
que trabalham com crianças e apoio à campanhas
contra a fome e em prol da preservação da natureza.
Daniela já gravou dois especiais de fim de ano na TV
Globo, com grande repercussão em todo país.
Ganhou vários prêmios: Troféu Caymmi,
Prêmio Sharp, Melhor Show do Ano pela APCA, Troféu
Imprensa, Troféu Dodô e Osmar, melhor cantora
do Carnaval, segundo pesquisa do IBOPE. Recebeu também
alguns títulos como: Grão-Mestre da Ordem do
Mérito da Bahia, Medalha Maria Quitéria, Cidadã
da Cidade de Salvador, estes em reconhecimento à divugação
da nossa música e da nossa cultura no Brasil e no exterior.
Todo esse reconhecimento é a expressão de sua
capacidade de interpretar um modo de pensar e sentir o Brasil
de hoje, como está explicitado em uma de suas canções,
"Música de Rua": "Azul é a cor
de um país/E cantando ele diz/Que é feliz e
chora".
SÔNIA SHAFA
Organizadora
do I Fórum Iguaçuense em Prol Direitos da Mulher.
Membro do Conselho Municipal da Condição Feminina
1992.
Organização do Centro de Valorização
da Mulher de Foz do Iguaçu.
Colaboração na criação e organização
da Coordenação Nacional da Mulher Bahá’i
e atual membro da Coordenação desde 1988.
Elaboração de texto e mensagem para o Dia Internacional
da Mulher de 1988 a 1995
Representante da Coordenação Mulher Bahá’i
no Simpósio Latinoamericano da Mulher - Curitiba 1991e
na Conferência Internacional da Mulher no Paraguai -
1991.
Organização do 1º Seminário sobre
Mulher e Meio-Ambiente.
Elaboração de Mensagem no I Fórum sobre
Prostituição Infantil em 1995, Curitiba.
Enfermeira Voluntária no Centro de Valorização
da Mulher.
Enfermeira Chefe-Centro Obstétrico do Hospital Santa
Izabel - Taubaté - SP 1967.
Enfermeira Obstetrícia responsável pela Maternidade
de Patos - PB 1968.
Professora de Enfermagem do Convênio Escola Ana Néri/OPAS
1969.
Enfermeira de Saúde Pública da Indústria
e Comércio de Minérios S/A ICOMI e Coordenadora
Enfermagem 1969-1976.
Professora Curso Técnico de Enfermagem da Fundação
Nilo Coelho Petrolina - PE.
Enfermeira Chefe do Hospital de Tucuruí - Empresa Hidroelétrica
Tucuruí.
Enfermeira Sanitarista da Secretaria Estadual de Saúde
no Departamento Materno Infantil - Curitiba.
Enfermeira de Sanitarismo do C.S. de Foz do Iguaçu.
Coordenadora do Programa de AIDS do Município de Foz
do Iguaçu.
Responsável pelo Setor de Epidemiologia da U.S. Mulher
- Curitiba.
Coordenação Campanhas de Vacinação
em Foz do Iguaçu.
ROSISKA DARCY DE OLIVEIRA
Presidente
do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher.
Bacharel em Direito, Departamento de Ciências Jurídicas,
PUC-Rio (1967).
Doutora em Educação, Faculdade de Psicologia
e Ciências da Educação, Universidade de
Genebra (1987) com a tese "A Formação das
Mulheres como Espelho da Ambiguidade".
Fundadora e professora do Departamento de Estudos da Mulher
da Universidade de Genebra. Professora do Departamento de
Letras da PUC-Rio.
Conferencista em universidades brasileiras e estrangeiras
(Berkeley, Wisconsin, Lausanne, Concordia, Urbino, Copenhagen,
Universidade das Nações Unidas)
Fundadora e Diretora-Executiva do Instituto de Ação
Cultural (IDAC).
Coordenadora de programas e projetos nas áreas de mulher,
cidadania, participação política, educação,
saúde e direitos reprodutivos.
Coordenadora de pesquisas e projetos sobre os direitos das
mulheres, em cooperação com a Fundação
Ford, Fundação Interamericana, Women’s
Forum, Alliance des Femmes pour la Démocratie, Universitá
delle Donne, Church Women United.
Consultora para a área de mulher, educação,
desenvolvimento e participação política
de Agências do Sistema das Nações Unidas
(UNIFEM, UNESCO, Divisão para o Progresso da Mulher
e OIT).
Membro do Conselho Assessor do Banco Interamericano de Desenvolvimento
para a área de mulher e desenvolvimento.
Membro do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, Rio de
Janeiro.
Coordenadora da Coalizão de Mulheres Brasileiras para
a ECO-92 e da Comissão Organizadora do "Planeta
Fêmea", evento das mulheres no Fórum Global.
Coordenadora Nacional da Coalizão de Mulheres Brasileiras
para a População e o Meio Ambiente.
Coordenadora Internacional do projeto "Terra Feminina"
sobre a participação e a voz das mulheres nas
Conferências das Nações Unidas sobre Temas
Globais.
Membro da Delegação brasileira à Conferência
das Nações Unidas sobre População
e Desenvolvimento (Cairo, 1994) e a Cúpula Mundial
do Desenvolvimento Social (Copenhagen, 1995) e Membro do Comitê
Preparatório da Conferência das Nações
Unidas sobre a Mulher (Pequim, 1995).
Autora de livros sobre a condição da Mulher:
"Mulher, Sexo no Feminino"(1981), "Mulheres
em Movimento"(1983), "Le Féminin Ambigu"
(1988), "A Transgressão do Feminino" (1990),
"O Elogio da Diferença - o feminino emergente"
(1991), "La Cultura des Femmes"(1992), "Planeta
Fêmea"(1993) e "Terra Feminina" (1994).
ANA BOTAFOGO
Ana Botafogo é a Primeira Bailarina do Teatro Municipal
do Rio de Janeiro, já tendo se apresentado na Europa,
Américas do Norte, Central e do Sul.
Nasceu e foi criada no Rio de Janeiro onde começou
seus estudos de balé. Sua carreira profissional iniciou-se
na França, com o Ballet de Marseille, de Roland Petit.
Na Europa frequentou a Academia Goubbée, na Sala Pleyel,
em Paris (França) a Academia Internacional de Dança
Roselle Hightower, em Cannes (França) e o Dance Center
(Convent Garden), em Londres (Inglaterra). Participou de festivais
em Lausanne (Suíça), França, no Palácio
de Versailles e na Galla Iberoamericana de la Danza, dirigida
por Alícia Alonso, realizada em Madrid (Espanha) em
comemoração aos 500 anos do descobrimento das
Américas.
Optando por continuar sua carreira no Brasil, foi Bailarina
Principal do Teatro Guaíra, da Associação
de Ballet do Rio de Janeiro e, em 1981, ingressou por concurso
público, como Bailarina Principal do Teatro Municipal
do Rio de Janeiro.
No seu repertório destacam-se produções
completas como: Don Quixote, O Lago dos Cisnes, Coppélia,
o Quebra Nozes, Romeu e Julieta, Giselle, La Sylphide, La
Fille Mal Gardée, Floresta Amazônica, e Zorba,
o Grego.
Como artista convidada já dançou com as mais
importantes companhias de balé, tais como: Saddler’s
Wells Royal Ballet, Fundación Tereza Carreño
(Venezuela), Ballet dell’Opera di Roma (Itália)
entre outras.
Entre suas partners internacionais estão os mais expressivos
nomes da dança mundial, como Júlio Bocca, Fernando
Bujones, Lazaro Carreño, Alexander Godunov, Richard
Gragun, Slawomir Wozniak e Jean Yves Lormeau.
Recebeu do Governo dos Estados Unidos da América do
Norte, através da Comissão Fulbright e do Governo
da Inglaterra, bolsas de estudos para aperfeiçoamento
da dança.
Já se apresentou, em praticamente todos os Estados
do Brasil tendo levado em 1992, para diversas capitais brasileiras
o espetáculo ANA BOTAFOGO IN CONCERT.
Em 1995, na qualidade "etoile" convidada da Companhia
de Ópera de Lodz (Polônia) interpretou o papel
principal feminino do Balé Zorba, o Grego, dançando
em várias cidades do Brasil.
Em todas as excursões, no Brasil e no exterior, Ana
Botafogo tem merecido, tanto do público como da crítica
especializada, os maiores elogios.
ELZA PEREIRA CORREIA MÜLLER
·
Membro do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher.
· Professora de História, formada pela Universidade
Estadual de Londrina.
· Coordenadora Geral Especial da Mulher, do Governo
Municipal de Londrina.
· Coordenadora do Grupo Interestadual da Saúde
da Mulher.
· Fundadora do Comitê Permanente em Defesa da
Vida e da Cidadania - Londrina.
· Fundadora do Conselho da Condição Feminina
de Londrina.
· Fundadora e primeira presidente da Frente Democrática
da Mulher Londrinense.
· Fundadora do Centro de Atendimento à Mulher
(1993).
· Membro do Conselho Municipal dos Direitos da Criança
e do Adolescente.
· Membro do Conselho Municipal de Assistência
Social.
· Membro da Comissão Municipal de Prevenção
e Controle da DST/AIDS.
· Membro da Comissão de Aleitamento Materno
- CALMA.
· Assessoria à criação do Centro
Integrado de Atendimento à Mulher - CIAM, Bauru/ SP.
· Idealizadora da Oficina de Tecelãs "Sempre
Viva"- Londrina (1994)
· Premiada pelo IBAM/FORD, em 1994, na "Primeira
Mostra de Experiências Municipais sobre Defesa da Mulher
contra a Violência", pelo trabalho realizado em
Londrina.
· Militante em Movimentos Sociais, em especial de mulheres,
desde a década de 60
· Realizadora das Semanas Municipais da Mulher, em
Londrina, desde 1993, de 01 a 08 de março.
· Presta assessoria à criação
de Coordenadorias Especiais da Mulher em Prefeituras circunvizinhas
de Londrina.
· Presta assessoria à criação
de Clubes de Mães, Associações Femininas
e Organizações de Mulheres em diversos bairros
periféricos de Londrina.
MOEMA LIBERA VIEZZER
·
Fundadora Presidente da Rede Mulher de Educação
com trabalho articulado sobre as relações de
gênero nos setores populares na cidade de São
Paulo e também em áreas rurais.
· Sócia Fundadora e participante de várias
entidades e Redes:
Instituto Ecoar pela Cidadania/SP
Núcleo de Formação para gestão
do Meio Ambiente/SP
Associação Brasileira de Organizações
Não-Governamentais
Conselho Diretor do CEMINA - Projetos e Assessoria para a
Mulher/RJ
REPEM - Rede Brasileira de Educação Ambiental.
· Coordenadora de vários projetos de pesquisa/intervenção
sobre a situação da mulher na América
Latina e particularmente no Brasil.
· Coordenadora de vários programas de educação
ambiental na área não-formal em diferentes instituições.
· Especialização em educação
de adultos.
· Especialização em relações
sociais de gênero.
· Especialização em cooperação
técnica.
ODILA MARIA FRATINI
· Pedagoga, ex-irmã franciscana. Especialidade
em psicologia, professora, diretora da escola de sua congregação
de 1º e 2º graus. Retirou-se da congregação
para se dedicar as crianças e adolescentes carentes
de Carazinho (RS).
· Trabalhou junto a Fundação Estadual
do Bem Estar do Menor a FEBEM (Fundação Estadual
do Bem Estar do Menor) e a CEBEM (Centro de Bem Estar do Menor).
· É autora de diversos projetos: Lares substitutos
e Lares vicinais, Meninos de Rua, Engraxates etc.
· Participou junto a comunidade, na criação
e instalação do Lar da Menina para o atendimento
a criança e ao adolescentes com risco de vida.
· Exerceu atividades como "Comissária de
Menores" junto ao Juizado da Infância e da Adolescência
- onde além de serviços de aconselhamento realizou
estudos de casos e processos de encaminhamento de adoção.
· Em 1991 teve ativa participação na
elaboração da vigência do Estatuto da
Criança e do Adolescente, criando o Conselho Municipal
dos Direitos da Criança e do Adolescente (COMDICA CAR-Carazinho)
na qual até hoje é membro integrante da sua
diretoria.
· De 1992 a 1995 fez parte da 1º Diretoria do
Conselho Tutelar de Carazinho.
· Atualmente além de trabalhos comunitários
é Diretora da Escola de 1º grau São José
- Círculo Operário - que atende 500 alunos em
sua maioria filhos de operários.
· Sempre atuou favorecendo as classes mais necessitadas.
Títulos
recebidos
·
1975 - Presidente do MOBRAL de Carazinho oferecido pela Prefeitura
Municipal.
· 1976- Mérito de Participação
Comunitária conferido pelo MOBRAL.
· 1977 - Personalidade destaque 1977 no trabalho em
prol da assistência ao menor de Carazinho.
· 1981 - Membro do Conselho Comunitário de Assistência
aos Presidiários de Carazinho.
· 1986 - Cidadã Honorária de Carazinho.
· 1987 - Mulher Destaque 1987.
· 1988 - Líder Comunitária.
· 1992 - "Mulher de Ouro".
IVONE AMÂNCIO BEZERRA CARLOS DE SOUZA
Graduada em Engenharia Agrônoma pela Escola Superior
de Agricultura de Lavras, MG (ESAL), 1991.
Especialista em Educação Ambiental pela Strathclyde
University, Jordanhill College, Glasgow, Escócia (UK),
1971.
Responsável pela Educação Ambiental de
Aracruz Celulose S.A., desde 1992.
Consultora de Meio Ambiente - Aracruz Celulose, desde 1995.
Primeira brasileira indicada pelo British Council para se
especializar em educação ambiental pelo Jordanhill
College, Universidade de Strathclyde (Escócia), pela
defesa da inclusão da educação ambiental
de maneira interdisciplinar, no ensino dos 1o. e 2o. graus.
Esta defesa gerou a obra Meio Ambiente: Uma Proposta para
a Educação, escrita em co-autoria com a pedagoga
Maria de fátima Costa e lançada durante a Rio-92.
Jurada do Concurso Mundial de Textos e Artes que gerou a obra
Tomorrow Belongs to The Children lançado durante a
Rio-92 (Comunidade Internacional Bahá’i e UNICEF).
Palestrante há mais de 20 anos, tendo conseguido abranger,
com sua mensagem holística de meio ambiente e de desenvolvimento
sustentável, cerca de 200.000 pessoas, dos mais variados
segmentos da sociedade brasileira.
Autora do Livro A Gotinha Sapeca (1984,1986) que desperta
no público infanto-juvenil a compreensão para
as questões que envolvem o ambiente. Esta obra recebeu
o prêmio Fernando Chinaglia, da União Brasileira
de Escritores e foi selecionada para o Programa Sala de Leitura
do MEC. É considerada uma das obras precursoras da
questão ambiental no país.
Autora do documento Redação Científica,
utilizado no treinamento de pesquisadores da rede EMBRAPA/EMCAPA,
1987.
Autora do método de desbloqueio em comunicação
e leitura utilizado no Programa de Difusão Cultural
nas Escolas, do Departamento Estadual de Cultura do Espírito
Santo, 1988.
Autora e ilustradora da série de Educação
Ambiental da Secretaria de Estado para Assuntos do Meio Ambiente
(SEAMA-ES), composta por cinco cartilhas que focalizam os
ecossistemas locais, 1988, 89.
Autora e ilustradora da série de Poemas para Crianças,
da Editora Bahá’i do Brasil, composta por seis
livros, visando a educação infantil nos princípios
preconizados por ‘Abdu’l-Bahá (1986/1993).
Desta série, o livro Poema da Paz para Crianças,
recebeu menção especial da UNESCO, no Ano Internacional
da Paz.
FUNDAÇÃO "O BOTICÁRIO" DE PROTEÇÃO
À NATUREZA
A Fundação "O Boticário de Proteção
à Natureza" é uma instituição
sem fins lucrativos, que nasceu da identificação
d’O Boticário com a natureza nas suas múltiplas
formas de expressão. Mantida pelo grupo o Boticário,
a Fundação, além de executar projetos
próprios, apoia financeiramente projetos conservacionistas
em todo o Brasil.
A Fundação O Boticário de Proteção
à Natureza, foi criada pelo Grupo o Boticário
em 25/09/90 e seus primeiros projetos tiveram início
em 1991.
Seus objetivos incluem a Conservação do Meio
Ambiente e da Natureza; colaborar, por meios adequados, com
a ecologia; fixar convênios com outras Fundações;
estimular e promover trabalhos e pesquisas sobre ecologia;
promover a arborização urbana; patrocinar e
promover estudos da fauna e flora; preservar os refúgios
de vida silvestre, reservas biológicas, parques nacionais
e outras unidades de conservação; recuperação
de áreas degradadas; patrocinar campanhas de concientização
ou mobilização da sociedade para a preservação
de sítios ecológicos.
Desde 1990, a Fundação O Boticário de
Proteção à Natureza já aprovou
mais de 320 projetos que estão em desenvolvimento ou
concluídos, relacionados aos mais diversos aspectos
da conservação da natureza.
A Fundação, recebeu vários prêmios
dentre eles o "Top de Marketing/92", em junho de
1993, concedido pela ADVB - Seção do Paraná.
Recebeu o Diploma "Ação Verde", concedido
pelo Banco Crefisul pelo trabalho em favor do meio ambiente
(08/12/93). Recebeu também o III Prêmio Expressão
de Ecologia, promovido pela Editora Expressão Sul,
nas categorias Especial e Marketing Ecológico em dezembro
de 1995.
GRUPO MULHER - EDUCAÇÃO INDÍGENA - GRUMIN
Área
de atuação: Direitos Humanos, Educação,
Combate à Violência e Desenvolvimento.
Esta entidade participou de inúmeras Conferências
Internacionais: Genebra, Havana, França, Índia,
Luxemburgo, Argentina, Berlim, China etc.
Criou uma cartilha de Educação Indígena
intitulada: AKAJUTIBIRÓ - que significa "Terra
do Índio Potiguara", que é uma nova concepção
de alfabetização que preserva a cultura indígena
e também promove a valorização da mulher
como mãe e trabalhadora. Enfatiza também a importância
do trabalho com a terra e preserva a identidade cultural indígena.
Dados: Dos 10 milhões de índios na época
do Descobrimento do Brasil, restam apenas pouco mais de 300
mil espalhados em 209 tribos, num total de 5 mil aldeias no
Brasil.
O GRUMIN fundou a Casa da Mulher Indígena em 1992 localizada
no município de Baía da Traição,
na Paraíba. É um local no qual as mulheres desenvolvem
atividades voltadas para a recuperação do ensino
tradicional aliado à capacitação profissional
do povo indígena. Lá as mulheres indígenas
fabricam redes, colchas, toalhas, panos de prato e artesanatos
em geral, servindo como fonte de renda para elas mesmas.
A Casa da Mulher Indígena oferece cursos de corte e
costura, criação de cabras, educação
sexual, farmácia comunitária e alfabetização
de adultos.
O 3o Informativo Grumin de janeiro de 1996 contendo a declaração
das Mulheres Indígenas em Pequim, China é dedicado
à duas índias Xucuru - Kariri - a tia Severina
Potiguara e a nossa saudosa amiga bahá’í,
Quitéria Celestino da Silva. Como diz o textos: "Nossas
irmãs do céu."
O GRUMIN trabalha em defesa das mulheres indígenas
de todo o país, principalmente no Amazonas onde apoia
a Associação das Mulheres Indígenas SATERÉ
MAUÉ a Associação das Mulheres do Alto
Rio Negro.
A Presidente do GRUMIN, Eliane Potiguara foi homenageada pelo
PEN - Club Internacional - pela autoria do livro: "A
Terra é a Mãe do Índio" que é
material didático editado pelo GRUMIN.
MOVIMENTO FEMININO COMUNITÁRIO DO
RIO GRANDE DO SUL - MOFECOM
O MOFECOM tem participado de lutas em favor da mulher, como
em 1982, quando foi protagonista, em Carazinho, na luta pela
aposentadoria da mulher agricultora, pela participação
da mesma nas estruturas sindicais e pela equiparação
da previdência rural e urbana. Apoiou a luta pela profissionalização
da dona-de-casa e defesa da saúde integral da mulher.
Em Porto Alegre o movimento encontrou um grupo de mulheres
imbuídas do ideal comunitário e instalou um
núcleo em 1986, sendo transformado por mudança
estatutária para Movimento Estadual, com eleição
e posse da 1a Diretoria Estadual em 29 de junho de 1988.
Além desses dois municípios, o MOFECOM tem núcleos
com diretorias já instaladas, nos municípios
de Esteio e Caxias do Sul.
Como frisa sua filosofia: "A MULHER CRESCENDO COM A COMUNIDADE",
o MOFECOM apresenta a figura da Mulher ao lado do Homem, com
a consciência voltada para os problemas comunitários,
na linha sócio-educativa-cultural. O MOFECOM promove
a MULHER, tanto no seu primeiro reduto - o lar - como no seu
campo maior - a comunidade.
O movimento Feminino Comunitário do Estado do Rio Grande
do Sul - MOFECOM/RS - tem pautado, nesses nove anos de atividades,
um comportamento de pioneirismo em áreas onde até
então, a mulher ficava à margem das decisões
sindicais e dos seus direitos fundamentais, sendo no município
de Carazinho um movimento de vanguarda, somado ao de Passo
Fundo e Erechim que, ecoando no estado e no país mudou
a situação da mulher agricultora. Ainda, o MOFECOM/RS
se caracteriza pelo equilíbrio, na sociedade, das relações
HOMEM-MULHER, chamando a atenção de ambos para
a necessidade de um crescimento conjunto em todos os campos
da existência humana e do início de um processo
irreversível de mútuo consentimento e aceitação
das etapas que se estabelecem, frutos das mudanças
contínuas pelas quais passa a sociedade no seu rítmo
histórico. Sua filosofia "A MULHER CRESCENDO COM
SUA COMUNIDADE" é o retrato escrito do próprio
movimento, que significa "dinamismo", "caminhar
em frente".
Lutando com inúmeras dificuldades, principalmente de
ordem financeira, o MOFECOM/RS tem se fortalecido e conseguido
vencer, graças ao altruísmo de inúmeras
mulheres valorosas que tem sido o esteio deste grande trabalho
em favor da mulher, do homem, do jovem, da criança,
enfim da própria Comunidade.
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