"Tanto o fogo como o paraíso se curvam
e prostram diante de Deus. O que é digno de Sua Essência é
adorá-Lo por amor a Ele, sem medo do fogo, nem esperança do
paraíso.
Quando é oferecida a adoração
verdadeira, quem adora é salvo do fogo e entra no paraíso
do beneplácito de Deus, mas não deve ser este, entretanto,
o motivo de seu ato. O favor e a graça de Deus, porém, manam
sempre de acordo com as exigências de Sua inescrutável sabedoria.
A oração mais aceitável é
aquela oferecida com a máxima espiritualidade e ardor; prolongá-la
não tem sido, nem é estimado por Deus. Quanto mais desprendida
e pura a oração, mais aceitável é na presença
de Deus."
- O Báb