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Edifício-Sede das Nações Unidas em Nova Iorque

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ONU: rejeição de “moção de não-ação”iraniana é vitória dos direitos humanos

22/11/2008 19:05:19

Nações Unidas - 21 novembro 2008— A Comunidade Internacional Bahá’í comendou a Assembléia Geral das Nações Unidas por rejeitar hoje da “moção de não-ação” em direitos humanos no Irã. Tal moção, caso passasse, usaria de normas de procedimento para colocar de lado uma resolução que tem é severamente crítica à Replública Islâmica do Irã quanto ao seu uso de tortura, ao alto índice de execuções, à “violenta repressão” das mulheres e à “crescente discriminação” contra os bahá’ís, cristãos, judeus, sufis e muçulmanos sunitas, dentre outras minorias.

(…) “Esta moção permitia aos governos uma maneira fácil de evadirem de sua responsabilidade em proteger os direitos humanos internacionais (…) Se fosse aprovada, teria sido uma afronta àqueles iranianos, particularmente dentro de sua terra natal, que tão bravamente têm se pronunciado contra os abusos de seu governo.  Cada vez mais advogados iranianos e ativistas de direitos humanos têm buscado apoiar tal processo e defender os direitos de seus concidadãos, freqüentemente sob um risco considerável,” disse a senhora Bani Dugal, a principal representante da Comunidade Internacional Bahá’í para as Nações Unidasd.

 (…) A resolução foi proposta pelo Canadá e, antes da votação, teve o apoio de mais de 40 países. Expressa a “profunda preocupação com a atual violação sistemática dos direitos humanos” no Irã, apontando especialmente para os recentes “casos confirmados” de tortura, “execuções públicas” e a “violenta repressão” de grupos tais como as “mulheres exercendo seu direito de se reunir pacificamente”.

A resolução também conclama a República Islãmica do Irã a “abordar as preocupações substanciais” em direitos humanos que foram reforçadas em relatório recente feito Secretário-Geral Bmanosan Ki-moon.

Publicado em outubro, o relatório do Sr. Ban afirmou que “há um número de sérios impedimentos à completa salvaguarda dos direitos humanos” no Irã. Tal relatório também expressou preocupações concernentes à tortura, execuções, aos direitos das mulheres e a discriminação contra as minorias. [Para ler o relatório completo, ir para: http://www.un.org/Docs/journal/asp/ws.asp?m=a/63/459]

A resolução conclama ao Irã “cessar o assédio, intimidação e perseguição de oponentes políticos e defensores dos direitos humanos, incluindo a soltura de indivíduos presos arbitrariamente ou sob a alegação de suas visões políticas” e para “salvaguardar o processo de leis de direitos e o fim da impunidade para as violações dos direitos humanos.”

A resolução indica particularmente os ataques aos bahá’ís,  demonstrando “evidente aumento nos esforços do estado em identificar e monitorar os bahá’ís, prevenindo os membros da Fé Bahá’í de freqüentar a universidade, de sustentarem-se economicamente, e da prisão e detenção de sete líderes bahá’ís  sem qualquer acusação ou acesso a representação legal.” 


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